Moradores revoltados com prefeito de Dom Pedro
Prefeito Galego Mota autoriza instalação de bar próximo ao mercado provisório gera preocupação e revolta entre moradores entorno.
A mudança do Mercado Municipal para instalações provisórias em Dom Pedro continua gerando repercussões entre comerciantes e moradores da região. Além das dificuldades naturais de adaptação ao novo endereço, que já vêm causando prejuízos a alguns trabalhadores do comércio local, uma nova decisão da gestão municipal tem provocado questionamentos da população.
De acordo com informações recebidas por nosso blog, o prefeito Galego Mota autorizou a instalação de um bar nas proximidades do mercado provisório. A medida tem causado preocupação entre moradores do entorno, que temem impactos negativos na tranquilidade da área.
Comerciantes relatam que o comércio ainda passa por um período de adaptação após a mudança do mercado. Segundo eles, o fluxo de clientes ainda não se estabilizou, o que tem gerado dificuldades financeiras para alguns trabalhadores que dependem diretamente das vendas no local.
Outro ponto levantado por moradores é que a instalação desse primeiro bar pode abrir precedente para que outros estabelecimentos semelhantes também sejam autorizados. Isso porque diversos bares que funcionavam na antiga área do mercado foram removidos por causa das obras de construção do novo prédio.
Ainda segundo relatos repassados ao nosso blog, parte desses estabelecimentos era frequentada por usuários de entorpecentes, situação que teria contribuído para a ocorrência de diversos boletins de ocorrência registrados na praça do mercado.
Diante desse cenário, moradores da região afirmam que estudam a possibilidade de organizar um abaixo-assinado pedindo a proibição da instalação de bares no entorno do mercado provisório, com o objetivo de preservar a segurança e o sossego da comunidade.
A discussão agora gira em torno de qual será a posição do poder público municipal diante das reivindicações populares. Para alguns moradores, a expectativa é que a gestão municipal dialogue com a população. Outros já levantam a possibilidade de que o caso possa chegar ao conhecimento do Ministério Público, caso as preocupações da comunidade não sejam atendidas.

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